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dc.creatorArcoverde, Renata Lopes-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3608206315203137por
dc.contributor.advisor1Amazonas, Maria Cristina Lopes de Almeida-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6789160662822616por
dc.contributor.referee1Ferreira Neto, João Leite-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3038678963901173por
dc.contributor.referee2Barreto, Carmem Lúcia Brito Tavares-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/4818189523805466por
dc.date.accessioned2017-06-01T18:29:21Z-
dc.date.available2016-07-21-
dc.date.issued2013-04-23-
dc.identifier.citationARCOVERDE, Renata Lopes. Autolesão e produção de identidade. 2013. 84 f. Tese (Doutorado em Psicologia Clínica) - Universidade Católica de Pernambuco, Recife, 2013.por
dc.identifier.urihttp://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/845-
dc.description.resumoAlguns saberes têm se destacado no estudo da autolesão, entre eles a medicina, (notadamente a psiquiatria), a psicologia e a psicanálise. Estes campos do conhecimento diferenciam os atos de ferir a si mesmo como parte de uma cultura específica ou ritual religioso das práticas autolesivas que são atribuídas a patologias ou disfunções. Estas últimas são consideradas como atos de autodestruição produzidos por pessoas que precisam de intervenções de especialistas para que deixem de ferir-se. Partimos do pressuposto de que a autolesão é um modo de subjetivação construído e transformado por diferentes discursos dependendo do contexto sociocultural em que acontece. Assim, a intenção deste trabalho é analisar, à luz da perspectiva pós-estruturalista, mensagens de pessoas que se autolesionam e discutem a sua experiência em comunidades virtuais da rede social Orkut. Resultados indicam que além dos discursos em comum com os citados campos de saber e com a religião, há ainda quem defina a autolesão como arte, maneira privilegiada de expressão das emoções ou mesmo fonte de prazer. Alguns internautas reivindicam o corpo como território de intervenção pertencente unicamente a si próprios, reclamando o direito de utilizá-lo como bem entendem, no que se pode caracterizar como um movimento de resistência à norma de ter que apresentar um corpo dócil. Por fim, compreende-se que os sujeitos envolvidos nessa prática relacionam-se com seu corpo e com as comunidades de que participam enquanto locais de produção de identidades.por
dc.description.abstractSome fields of knowledge have been highlighted in the study of self-harm, such as medicine (especially psychiatry), psychology and psychoanalysis. These areas differentiate the acts of harming oneself as part of a specific culture or religious ritual from those recognized as pathologies or dysfunctional behavior. The last ones are considered as acts of self-destruction produced by individuals who need assistance so that they can stop self-injuring. Partimos do pressuposto de que a autolesão é um modo de subjetivação construído e transformado por diferentes discursos dependendo do contexto sociocultural em que acontece. Assuming that self-harm is a form of subjectivity produced and transformed by different speeches, depending on the social context in which it takes place, this study intends to analyze, using the post-structuralism perspective, messages left on Orkut virtual communities by people who self-harm and discuss their experiences in that social network. Results indicate discourses in common with the aforementioned fields of knowledge and with religion, as well as definitions of self-harm as art, a privileged way of expressing emotions or even a source of pleasure. Some internet users claim for the right to use their bodies as they please since it is meant to be their territory of intervention and their only, what can be understood as a movement of resistance to the rule of having a docile body. In conclusion, it is understood that the subjects involved with self-harm relate to their bodies and with virtual communities as means of producing identities.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-06-01T18:29:21Z (GMT). No. of bitstreams: 1 renata_lopes_arcoverde.pdf: 584232 bytes, checksum: 4e24390bbce6fd6d08e5d19a7779dfa1 (MD5) Previous issue date: 2013-04-23eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Católica de Pernambucopor
dc.publisher.departmentPsicologia Clínicapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUNICAPpor
dc.publisher.programDoutorado em Psicologia Clínicapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectdissertaçõespor
dc.subjectcomportamento autodestrutivopor
dc.subjectpsicologia clínicapor
dc.subjectpsicopatologiapor
dc.subjectautomutilaçãopor
dc.subjectpós-estruturalismopor
dc.subjectcontrole (psicologia)por
dc.subjectidentidade (psicologia)por
dc.subjectdissertationseng
dc.subjectself-destructive behavioreng
dc.subjectclinical psychologyeng
dc.subjectpathologicaleng
dc.subjectautomutilationeng
dc.subjectpoststructuralismeng
dc.subjectcontrol (psychology)eng
dc.subjectidentity (psychology)eng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApor
dc.titleAutolesão e produção de identidadepor
dc.typeTesepor
Appears in Collections:Psicologia Clinica

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