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dc.creatorBarros, Maria Neuma Carvalho de-
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8590033944678008por
dc.contributor.advisor1Rocha, Zeferino de Jesus Barbosa-
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1077087900721074por
dc.contributor.referee1Safra, Gilberto-
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7846508032096709por
dc.contributor.referee2Almeida, Ronaldo Monte de-
dc.contributor.referee2Latteshttp://lattes.cnpq.br/8960131225850121por
dc.contributor.referee3Passos, Maria Consuêlo-
dc.contributor.referee3Latteshttp://lattes.cnpq.br/8776158790365624por
dc.contributor.referee4Francisco, Ana Lúcia-
dc.contributor.referee4Latteshttp://lattes.cnpq.br/5002638100198759por
dc.date.accessioned2017-06-01T18:29:25Z-
dc.date.available2014-09-04-
dc.date.issued2014-08-14-
dc.identifier.urihttp://tede2.unicap.br:8080/handle/tede/856-
dc.description.resumoO ódio ― um dos principais elementos de nossa relação com o outro ― é um afeto que suscita rejeição. Na perspectiva psicanalítica, ele protagoniza o processo de estruturação subjetiva do sujeito e por vezes funciona como elemento de preservação psíquica, como nos revela a prática clínica. Diante disto, é oportuno indagar: de que forma o ódio atua no psiquismo? A presente pesquisa se propõe a ser prolongamento da atividade clínica e a dar prosseguimento a estudos por nós anteriormente desenvolvidos. Para tanto, recorremos às postulações de três dos principais autores e psicanalistas conhecidos: S. Freud, M. Klein e D. W. Winnicott. Considerando as concepções de sujeito e de psiquismo humano de cada um desses autores, constatamos, em suas teorizações, a existência de dados fundamentais para o entendimento da presença do ódio na dinâmica psíquica. Partindo de tais teorias ― aqui parcialmente ampliadas por reflexões de estudiosos da atualidade sobre tal afeto ―, centramos nossa investigação na trama paradoxal do ódio, dada sua ambivalente atuação na dinâmica psíquica: funciona tanto como elemento de estruturação e afirmação do sujeito, quanto de resistência e destrutividade. Transitando entre os polos teórico e clínico ―e desse modo realçando a articulação ativa entre teoria e clínica, tal como postula a psicanálise ―, recorremos também a fragmentos clínicos para ilustrar nosso argumento central. Os exemplos clínicos reportados neste texto sugerem, em suma, que o ódio ― tal como evidenciado no processo de análise ― pode ser igualmente usado como defesa, assim modificando o desenvolvimento da trama psíquica. Acreditamos, finalmente, que esta tese possa vir a se constituir em subsídio e contribuição para aqueles que se dedicam à prática psicanalítica e ao estudo da psicanálise, particularmente no que diz respeito às complexas e reveladoras manifestações do ódio, características da condição humana.por
dc.description.abstractHatred ― one of the main constituent elements in one s relationship with other people― is a kind of affection that may engender rejection. From a psychoanalytical perspective, it protagonizes the self s subjective structuring process and, at times, contributes to psychic preservation, as revealed in clinical practice. Thence, the need to start this work by posing the following question: how does hatred work in the psychic structure? This research is meant to be an extension of clinical practice and of our previously developed studies. To achieve this goal, we have resorted to some of the concepts of three major psychoanalists and authors: S. Freud, M. Klein and D. W. Winnicott. Considering their concepts on both the self and human psychism, we have detected in their theories pieces of information which are basic to the understanding of the presence of hatred in psychic dynamics; in addition to this, we have here examined some present day scholars contributions to our theme. All of these materials have helped us perceive the paradoxical plot created by the ambivalence of this affection in psychic dynamics, where it works not only to build up the self s structure and affirmation, but also as an element of resistance and destructiveness. Moving from theory to clinical practice ― and thus reinforcing the active articulation between both these poles, as recommended by psychoanalysis ― we have also resorted to clinical fragments to illustrate our major argument. The clinical examples here reported suggest, in short, that hatred can be equally used as a defense ― as evidenced, for example, in the analytical process ―, thus modifying the development of the psychic plot. Finally, we do believe that this investigation can eventually contribute to the work of those who dedicate themselves to psychoanalytical practice and the study of psychoanalysis, particularly as regards the complex and revealing expressions of hatred, which are characteristic of the human condition.eng
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2017-06-01T18:29:25Z (GMT). No. of bitstreams: 1 maria_neuma_carvalho_barros.pdf: 1957741 bytes, checksum: e836ca2c900673e0819088366e694031 (MD5) Previous issue date: 2014-08-14eng
dc.formatapplication/pdfpor
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Católica de Pernambucopor
dc.publisher.departmentPsicologia Clínicapor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.initialsUNICAPpor
dc.publisher.programDoutorado em Psicologia Clínicapor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectpsicologia clínicapor
dc.subjectpsicanálisepor
dc.subjectafeto (psicologia)por
dc.subjectódiopor
dc.subjectFreud, Sigmund, 1856-1939por
dc.subjectKlein, Melanie, 1882-1960por
dc.subjectTesespor
dc.subjectclinical psychologyeng
dc.subjectpsychoanalysiseng
dc.subjectaffect (psychology)eng
dc.subjecthatredeng
dc.subjectFreud, Sigmund, 1856-1939eng
dc.subjectKlein, Melanie, 1882-1960eng
dc.subjecttheseseng
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::PSICOLOGIApor
dc.titleA trama paradoxal do ódio no psiquismopor
dc.typeTesepor
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