As vidas invisíveis importam também.
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Universidade Católica de Pernambuco
El trabajo Las vidas invisibles también importan, hay cómo principal objetivo
analizar la vida de los esclavizados a partir de inventarios. El aporte de la
microhistoria permitió comprender cómo se describen los bienes en los
inventarios, destacando a los esclavizados, por ejemplo, nombre, género, edad,
sitio de origen, ocupación y salud. En esta investigación, nos dimos cuenta de
que los esclavizados tenían valores económicos y sociales relevantes, aunque
no fueron reconocidos explícitamente. Para llegar a nuestras conclusiones,
utilizamos una muestra de cuatro inventarios post-mortem como fuente histórica
que llevaron a comprender la esclavitud en Recife entre los años 1830 y 1840.
Estos archivos están digitalizados y almacenados en el Instituto Arqueológico,
Histórico e Geográfico Pernambucano. Debido al facto de que la educación está
experimentando cambios en los tiempos actuales, especialmente con la
pandemia del coronavirus, la educación hay ganando más protagonismo,
concomitante con el uso de nuevas tecnologías. Como resultado, producimos
como producto final un paradidáctico titulado intitulado Vidas invisibles también
importan: esclavitud, salud, el trabajo en debate (Vidas invisíveis importam
também: a escravização, a saúde, o trabalho em questão) destinado a formar a
los alumnos de 8º grado en la escuela primaria. Este libro estará disponible como
libro electrónico (e-book) y se alojará en plataformas de distribución de libros
digitales de forma gratuita. Sobre la conciencia histórica propuesta por Jörn
Rüsen de cómo los sujetos interpretan las vivencias y cómo implica la identidad
del estudiante, observando rupturas y continuidades de la historia, entendiendo
las relaciones de poder y sociabilidad con los dueños de los esclavizados y por
las circunstancias que hoy necesitamos. para dar visibilidad a los negros
invisibles desde hace mucho tiempo.
O trabalho As vidas invisíveis importam também, tem por objetivo principal
analisar as vidas dos escravizados a partir dos inventários. A contribuição da
micro-história possibilitou compreender como os bens são descritos nos
inventários, dando destaque para os escravizados, por exemplo, nome, gênero,
idade, local de origem, ocupação e a saúde. Nessa pesquisa percebemos que
os escravizados tinham valores econômicos e sociais relevantes, muito embora
não fossem reconhecidos de forma explícita. Para chegarmos às nossas
conclusões, utilizamos uma amostra de quatro inventários post-mortem como
fonte histórica que contribuísse para entender a escravização no Recife entre os
anos de 1830 e 1840. Esses arquivos que estão digitalizados e acondicionados
no Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. Em virtude de
educação passa por mudanças nos tempos atuais, principalmente com a
pandemia do coronavírus, a educação vem ganhando mais destaque,
concomitante com o uso de novas tecnologias. Em virtude disso, realizamos
como produto final um paradidático intitulado Vidas invisíveis importam também
que visa uma formação para os estudantes do 8º ano do Ensino fundamental.
Este livro será disponibilizado em e-book e hospedado em plataformas digitais
de distribuição de livros de forma gratuita. Sobre a consciência história proposta
por Jörn Rüsen de que como os sujeitos interpretam as experiências de vida e
de que maneira implica na identidade do estudante, observando rupturas e
continuidades da história entendendo as relações de poder e sociabilidade com
os donos dos escravizados e devido às circunstâncias atuais precisamos
oferecer uma visibilidade às pessoas negras que há tempos são invisíveis.
Descrição
Citação
CÂMARA JÚNIOR, José René. As vidas invisíveis importam também. 2021. 85 f Dissertação (Mestrado) - Universidade Católica de Pernambuco. Programa de Pós-graduação em História. Mestrado Profissional em História, 2022.
