Interfaces da mediação: a resistência de juízes e advogados e a mediação como parceira da jurisdição contenciosa.

dc.contributor.advisor1Teixeira, Sérgio Torres
dc.contributor.referee1Pimentel, Alexandre Freire
dc.contributor.referee2Vasconcelos, Karina
dc.contributor.referee3Grassi, Lúcio
dc.contributor.referee4Araújo, Roberta Corrêa de
dc.creatorVasconcellos, Maria Paula Latache Ribeiro de
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0295528074478755por
dc.date.accessioned2021-03-03T17:52:20Z
dc.date.issued2020-03-04
dc.description.abstractThe reform of the judiciary was considered by the National Council of Justice as the new social policy, to organize and solidify at national level other mechanisms for conflict resolution, especially non-adversaries such as mediation. It is intended to address its interfaces: the resistant posture of a considerable part of the magistrates and even lawyers, contrary to the institute, and on the other hand, this same institute as a partner to the jurisdiction with a view to its essence in the Brazilian Civil Procedure. The method chosen for this research was the hypothetical-deductive, in which a review of the literature on the subject was performed. Present in both the Mediation Law and the New Code of Civil Procedure, mediation, although today an obligation established by CNJ Resolution 125/2010 within the Judiciary, has been resisted by some magistrates. and lawyers, including being confused with other traditional procedural acts. However, at the local level, from the description and analysis of productivity of the FACOL Legal Practice Center, it presents positive and motivational results of the number of agreements made through the methods of conflict resolution brought by the current Code of Civil Procedure, 2015. It can be seen that the agreements made through mediation have been growing in recent times, either in the context of a judicial process or in extrajudicial procedure, bringing the question of certainty and security generated by the Judiciary, more quickly, efficiently and effectively. partnership.por
dc.description.resumoA reforma do Judiciário, foi, pelo Conselho Nacional de Justiça, a nova política social, de modo a organizar e solidificar em âmbito nacional, de também outros mecanismos de solução de conflitos, em especial, os não adversariais, como a mediação. Pretende-se, com isso abordar as suas interfaces: a postura resistente, de uma parte considerável de magistrados e mesmo de advogados, contrários ao instituto, e por outro lado, este mesmo instituto enquanto parceiro à jurisdição, com vistas à sua essência, no Processo Civil Brasileiro. Destarte, o método escolhido para esta pesquisa foi o hipotético-dedutivo, no qual realizou-se uma revisão da bibliografia referente ao tema. Presente tanto na Lei de Mediação como também no Novo Código de Processo Civil 2015, a mediação, embora, hoje, trata-se de uma obrigação instituído pela Resolução 125/2010 do CNJ no âmbito do Poder Judiciário, vem sofrendo resistência por parte de alguns magistrados e advogados, inclusive, sendo confundida com outros atos processuais tradicionais. Entretanto, em âmbito local, a partir de descrição e analises da produtividade do Núcleo de Prática Jurídica da FACOL, apresenta resultados positivos e motivacionais do quantitativo de acordos realizados por meio dos métodos de resolução de conflitos trazidos pelo atual Código de Processo Civil, de 2015. Percebe-se que os acordos realizados por meio de mediação vêm crescendo nos últimos tempos, seja no bojo de um processo judicial, seja em procedimento extrajudicial, trazendo a questão da certeza e a segurança gerada pelo Poder Judiciário, com mais celeridade, eficiência e parceria.por
dc.formatapplication/pdf*
dc.identifier.citationVASCONCELLOS, Maria Paula Latache Ribeiro de. Interfaces da mediação : a resistência de juízes e advogados e a mediação como parceira da jurisdição contenciosa . 2019. 116 f. Dissertação (Mestrado) - Universidade Católica de Pernambuco. Programa de Pós-graduação em Direito. Mestrado em Direito, 2019.por
dc.identifier.urihttps://tede2.unicap.br/handle/tede/1278
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Católica de Pernambucopor
dc.publisher.countryBrasilpor
dc.publisher.departmentDepartamento de Pós-Graduaçãopor
dc.publisher.initialsUNICAPpor
dc.publisher.programMestrado em Direitopor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/
dc.subjectDissertaçõespor
dc.subjectMediaçãopor
dc.subjectJurisdiçãopor
dc.subjectJuízespor
dc.subjectAdvogadospor
dc.subjectDissertationseng
dc.subjectMediationeng
dc.subjectJurisdictioneng
dc.subjectJudgeseng
dc.subjectLawyerseng
dc.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpor
dc.titleInterfaces da mediação: a resistência de juízes e advogados e a mediação como parceira da jurisdição contenciosa.por
dc.typeDissertaçãopor

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