A construção da língua portuguesa escrita pelo surdo não oralizado

dc.contributor.advisor1Cavalcanti, Wanilda Maria Alves
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2811642126779464por
dc.contributor.referee1Aguiar, Maria da Conceição Carrilho de
dc.contributor.referee1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7938693723738171por
dc.creatorSilva, José Edmilson Felipe da
dc.creator.IDCPF:70939624400por
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6659991013563878por
dc.date.accessioned2017-06-01T18:24:34Z
dc.date.available2011-02-07
dc.date.issued2009-07-03
dc.description.abstractThis work consists of a dialogue, between the assumptions "ferreriano" and "teberoskiano", on the development written, and its formation in the absence of speaking and hearing. How will be given the writing phonographic formation by a Deaf person? Ferreiro and Teberosky defend a moment, in the process of writing, so the child establishes the phonographic relation. Being the Deaf a non speaker person, incapable to discriminate the phonemes, as transposing this barrier and doing this writing? The expected moment for this transition, and the alternative found for Deaf citizens, constitute the essence of this research. We gather samples of writing of 20 (twenty) non speaker Deaf children. enrolled in two public schools in the city of Recife the capital of Pernambuco. Analyzing these writings (its content), we noticed that they presented particularities, compared with the chosen theoretical reference. Our initial hypothesis of a direct transition, from a concept of writing "pre-syllabic", to a concept of pseudo-alphabetic writing, proved to be correct. The absence of the concept of writing syllabic, syllabic-alphabetic and alphabetic is a basic feature, on the formation of writing by non speaker Deaf. Based on the theoretical framework of Ferreiro & Teberosky (1991), with its main and secondary hypotheses and referrals proposed by Bardin (1989, we classify and analyze each one of these writing, trying to understand all its features. The non phonetic of writing, shouldn t be understood not only as the processing of phonemes into graphemes, but also in the opposite direction, not the processing of graphemes into phonemes. We reclassify these atypical formations and rename them, therefore, the nomenclature used so far proved to be inappropriate, and leveling the writings, erasing their differenceseng
dc.description.resumoEste trabalho consiste de um diálogo entre os pressupostos ferreriano e teberoskiano sobre a construção da escrita e esta mesma construção na ausência da oralização e da audição. Como se dará a construção de uma escrita fonográfica por uma pessoa Surda? Ferreiro e Teberosky advogam um momento, no processo de construção da escrita, para que a criança estabeleça a relação fonográfica. Sendo o Surdo não oralizado incapaz de discriminar os fonemas, como transpor esta barreira e construir esta escrita? O momento esperado para esta transição e a alternativa encontrada pelos sujeitos Surdos constituem a essência desta pesquisa. Colhemos amostras da escrita de 20 (vinte) crianças Surdas não oralizadas matriculadas em duas escolas públicas da cidade de Recife na capital pernambucana. Ao analisarmos estas escritas (seu conteúdo), notamos que estas apresentavam particularidades quando confrontadas com o referencial teórico adotado. Nossa hipótese inicial de uma transição direta de uma concepção de escrita pré-silábica para uma concepção de escrita pseudo-alfabética mostrou-se correta. A ausência da concepção de escrita silábica, silábicoalfabética e alfabética é uma particularidade fundamental na construção da escrita pelo Surdo não oralizado. Tendo como fundamento o referencial teórico de Ferreiro & Teberosky (1991) com suas hipóteses principais e secundárias e os encaminhamentos proposto por Bardin (1989), classificamos estas escritas e analisamos cada uma delas intentando a todo instante compreender suas singularidades. O não foneticismo da escrita não deve ser entendido apenas como a não transformação de fonemas em grafemas, mas também no sentido oposto, da não transformação de grafemas em fonemas. Procuramos reclassificar essas construções atípicas e renomeá-las, pois, a nomenclatura usada até o momento mostrou-se inadequada, nivelando as escritas e apagando suas diferençaspor
dc.formatapplication/pdfpor
dc.identifier.citationSILVA, José Edmilson Felipe da. A construção da língua portuguesa escrita pelo surdo não oralizado. 2009. 106 f. Dissertação (Mestrado em Ciências da Linguagem) - Universidade Católica de Pernambuco, Recife, 2009.por
dc.identifier.urihttps://tede2.unicap.br/handle/tede/733
dc.languageporpor
dc.publisherUniversidade Católica de Pernambucopor
dc.publisher.countryBRpor
dc.publisher.departmentCiências da Linguagempor
dc.publisher.initialsUNICAPpor
dc.publisher.programMestrado em Ciências da Linguagempor
dc.rightsAcesso Abertopor
dc.subjectalfabetizaçãopor
dc.subjectsurdos - educaçãopor
dc.subjectbilinguismopor
dc.subjectescritapor
dc.subjectdissertaçõespor
dc.subjectliteracyeng
dc.subjectdeaf - educationeng
dc.subjectbilingualismeng
dc.subjectwritingeng
dc.subjectdissertationeng
dc.subject.cnpqCNPQ::LINGUISTICA, LETRAS E ARTES::LINGUISTICApor
dc.titleA construção da língua portuguesa escrita pelo surdo não oralizadopor
dc.typeDissertaçãopor

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